Saulo De Tarso Almeida
Saulo de Tarso Almeida
saulodetarsoalmeida@gmail.com
(email, msn, skype)
Como dizia o poeta Chapolin Colorado - Siga-me os bons!!!
http://twitter.com/saulodtarso
"Não me acostumo com o que não me faz feliz, me revolto quando julgo necessário. E Alago meu coração de esperanças, mas não deixo que elas me afoguem.
Se acho que preciso voltar, volto!
Se percebo que preciso seguir, sigo!
Se estiver tudo errado, começo novamente.
Se estiver tudo certo, continuo.
Se sinto saudades, eu as mato.
Se perco um amor, não me perco!
Se o acho, seguro quanto posso!"
...e como diz um velho ditado... "Não precisamos de quem não nos dá valor, de quem vive e não lembra que tambem vivemos, de quem se sente seguro mas por outro lado não nos da segurança e nem atenção"...
Saulo de Tarso Almeida
saulodetarsoalmeida@gmail.com
(email, msn, skype)
Como dizia o poeta Chapolin Colorado - Siga-me os bons!!!
http://twitter.com/saulodtarso
Pedro Nakamura
Pedro Nakamura aparentemente é um rapaz normal. Seu rosto tem a amalgama perfeita da cultura ocidente-oriente: algo que poderíamos definir como sino-andino, ou nipo-peruano. Pedro alimenta em si sonhos infantis. O mundo que vê – cinzento, fétido, amargo, entediante - para ele não passa de uma percepção equivocada. Pedrinho sabe que no fundo, no fundo “o mundo é bão Sebastião”. Quando pensamos no lado profissional do rapaz, vemos que ainda existe uma pequena indecisão. Não sabe se quer ser um administrador de empresas luxurioso, canalha e corrupto; um jornalista ignorante e boêmio, um pai de família bem sucedido, um catador de papel, ou ainda um revisor de revistas pornográficas. São tantas opções, que Pedro prefere a calma estática e letárgica do seu lar e as tardes benfazejas dos domingos deprimentes.
Apesar disso, Pedrinho Nakamura é um bom rapaz. Trabalha, come, dorme.. vive como um bom ruminante no pasto da vida. Se perguntarem à ele se a vida tem sentido, possivelmente responderá com uma boa piada ou então com um péssimo trocadalho do carilho.
By Wilsitos Wasconcelos em um de seus raros lampejos de criatividade